Acreditava-se que Roma era uma cidade dominada pela razão e pelo poder, mas poucos sabem que a capital do império romano também abrigou fenômenos misteriosos que deixam os historiadores de hoje perplexos.
Entre as lendas mais intrigantes está o caso de Numa Pompílio, segundo rei da Roma antiga e supostamente um contato direto com a deusa Equirreia. As histórias contavam que ele recebia suas ordens sob enigmas e símbolos, tornando-se um dos poucos seres humanos em sua época a ter acesso ao mundo oculto.
Mas o que pouca gente sabe é que os fenômenos paranormais não eram restritos aos líderes políticos. Relatos de eventos sobrenaturais e manifestações místicas são recorrentes nas histórias da vida cotidiana romana, desde visões de espíritos até eventos inexplicáveis como luzes flutuantes.
O enigma por trás dessas experiências não pára aqui. Arqueólogos descobriram locais em Roma que parecem ter sido usados para rituais e práticas esotéricas, desafiando as noções comuns sobre a sociedade romana como sendo estritamente secular.
Por que será que esses fenômenos sobrenaturais são tão pouco discutidos nos livros de história? E por que os romanos pareciam tanto se importar em ocultar certas práticas e conhecimentos?
Ou melhor ainda, será que a Roma antiga realmente era tão racional quanto pintavam ou estávamos apenas escondendo um lado da moeda, mergulhando no oculto com tanto fervor quanto na política?